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sábado, 21 de setembro de 2013
Rotas de Fuga - posição final no concurso
Gente, obrigado à todos pela ajuda, pelo apoio e por acreditarem na minha obra. Os resultados finais saíram no Clube de Autores, e eu fiquei, entre 509 livros, fiquei na honrosa 3 posição na votação popular com inacreditáveis 1606 votos. Vocês são incríveis gente, muito obrigado.
Quanto ao texto em sí, fiquei em 6 dos 10 avaliados pela banca de leitores, e confesso, fiquei feliz. Talvez outro texto me desse mais posições, talvez escolher "Até quando", não tenha sido a melhor escolha, todos meus leitores disseram que "Seu Vavá" era um texto melhor para avaliarem, mas seja como for, muito obrigado! Sem vocês meu livro não teria ido tão longe, e para meu primeiro concurso que eu participei, esta posição é linda, obrigado! De coração...
sábado, 7 de setembro de 2013
Selo de finalista - Rotas de fuga
Graças à todos vocês meu livro chegou às finais, finalista entre os 509 livros, um dos dez finalistas, 7 autores, já que uma escritora páreo duro colocou 3 livros dela na final. E ali, no meio deles, estou eu, graças à cada um de vocês. Eu devo muito à todos vocês.
Então eu comprei 10 livros meus, um foi passear, foi conhecer o mundo, pois o deixei no cross-booking, na Casa das Rosas, para passear. Se vocês não conhecem ainda o lance do crosso-booking, não tem segredo, vá a um lugar participante, deixe seu livro, você não precisa ser o autor, basta ser um livro que fosse o dono. Deixe-o lá e retire outro, se quiser. Participe, é dez.
Isso me deixou com outros 9 livros, 8 livros, para vender. Se você quiser aproveitar para comprar comigo, suas cópias físicas do meu livrinho (literalmente), pelo preço ainda exclusivo de R$ 15,00, entre em contato pelos comentários. Aproveite.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Obrigado gente! Muito obrigado!
Eu não teria conseguido sem vocês. Sem todos vocês que votaram no livro e na sinopse. De verdade não, já que a primeira fase do concurso é votação popular. Meu livro, rotas de fuga avançou mais uma fase, eu já ganhei meu primeiro prêmio, o selo de finalista do 4o concurso literário Clube de Autores, e agora, uma banca de jurados está decidindo se meu livro poderá ser o grande campeão, mas eu já me sinto vencedor por ter amigos, tantos amigos, que me ajudaram.
Este texto é para todos vocês, que votaram, que tentaram votar, que buscaram me ajudar. Obrigado.
Para saberem o que vem à seguir, vejam no blog do Clube de Autores;
http://blog.clubedeautores.com.br/2013/09/2720.html
sábado, 24 de agosto de 2013
Rotas de Fuga concorrendo ao 4o prêmio Clube de Autores
Meu livro de contos depressivos/ultra realistas está concorrendo ao 4o prêmio Clube de autores, e ele precisa da sua ajuda!
Você nunca leu o livro? Sem problemas, a primeira etapa do concurso é voto popular da capa e da sinopse, e então, só então, os 10 mais votados irão para leitura dos jurados para elegerem o grande campeão!
A capa é simples, mas é fotografia minha, uma foto sacada do viaduto Beneficência Portuguesa, sobre a 23 de Maio, e representa meu ideal do livro, a fuga da cidade. Apesar de não ser longe do centro, menos de 4 quilômetros, as margens verdes da 23 de Maio sugerem que se afasta do centro da cidade, indo ao encontro do título, Rotas de Fuga. As cores foram editadas no GIMP para dar mais frieza à imagem, deixando-a mais melancólica, ou bucólica.
A sinopse busca retratar o conteúdo dos textos, a fuga da rotina, fuga da realidade, fuga de uma vida sem sentido, traduzindo o conteúdo dos contos.
Se você quer dar esperança a um escritor moribundo, apoie este autor votando nele, clique na imagem, ou no link abaixo:
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Rotas de Fuga ganha versão epub!
Se você queria comprar meus contos deprimentes, mas o formato PDF era ainda mais deprimente para você, agora seus problemas acabaram!
Hoje estamos lançando o formato EPUB / MOBI do livro de contos mais triste de Horácio Quiroga! Aproveite e venha se deprimir com a gente! Esconda objetos cortantes, fique distante de andares muito altos e compre agora mesmo esta coletânea que mistura emoções adolescentes e fatalismo barato.
Esta oferta deve durar muito, mas ainda assim, se puder comprar agora, a casa agradece!
Para comprar via Clube de Autores: http://clubedeautores.com.br/book/139663--Rotas_de_Fuga
Se quiser comprar por aqui mesmo, só jogar um dinheirinho lá na minha conta corrente:
Banco Itaú, Agência 0161- CC: 63390-4
Luiz Emanuel S M Campos
R$ 5.00
E me mandar o comprovante de depósito que eu te mando, por email, em até 24 horas, os três formatos: PDF, EPUB e MOBI. :D
terça-feira, 16 de abril de 2013
Uma breve e curiosa nota...
Os textos desta semana foram escritos em 2008 e foram esquecidos num backup de um velho Palm meu. Eles não são e não refletem meus pensamentos atuais, necessariamente. Mas achei curioso como muitas vezes, eu teria escrito exatamente os textos como são, hoje. Alguns viraram outros textos, presentes no meu livro "Rotas de Fuga", outros, viraram artigos. Aproveitem.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
"Muito depressivo"
Começo a receber as primeiras críticas à compilação de meus textos da minha juventude/adolescência tardia. Textos de 98 à 2004, que coletei no livro Rotas de Fuga, e que já falei aqui. E está a venda. Você também poderá critica-lo se compra-lo!
O livro está à venda há um mês, mas como estou esperando o ISBN chegar, ainda não coloquei a versão com capa preta e um texto extra à venda (edição que todos os compradores atuais irão receber, na forma de um PDF do livro), mas até lá, vamos rever o livro?
"Muito depressivo", foi o comentário feito pela minha mãe. E por minha esposa. O livro é realmente depressivo. Eu estava num período onde eu trabalhava de domingo à domingo, em todos os empregos que eu estava. Era incrível, atuando no setor técnico, numa área de criação ou mera administração, eu conseguia criar trabalhos para eu mesmo realizar. Sem nunca ter cobrado (ou recebido) hora extra, em nenhuma das empresas pelas quais passei. Pensava que não era justo cobrar pelas horas extras, eu estava aprendendo e tals, e Deus sabe que eu também tive minha cota de erros nestas empresas por onde passei. Também não era registrado em quase nenhuma delas. Era estagiário, ilegal ou PJ ao longo deste período. Em resumo, eu trabalhava feito um camelo e ganhava menos que ração para galinhas.
Por esse motivo que os textos passaram a abordar meu desconforto com o mundo ao meu redor. Eu não me sentia bom o bastante para estar naquele mundo, pois nem trabalhando de domingo à domingo, meu dinheiro sobrava, nem a efetivação era oferecida, nem qualquer forma de reconhecimento aparecia. Eu flutuava entre a área comercial e técnica neste período, tentando descobrir à que me dedicar e o que poderia me dar mais dinheiro, para eu pagar as contas que subiam exponencialmente. Conforme eu buscava em posses a satisfação não advinda do trabalho.
Enquanto outras pessoas, amigos, colegas e familiares iam ganhando sua notoriedade com seu sacrifício ao trabalho, eu continuava neste período, divagando entre a literatura e uma dedicação sobre-humana ao trabalho, para acompanhar amigos, baladas, meus textos e meu emprego. Não era ruim no trabalho, mas também não era brilhante. E isso me frustrava, até eu entrar no Marketing, na Universidade Nove de Julho, veja só você.
Na universidade, como já falei aqui, eu me encontrei. Encontrei amigos para chama-los assim, encontrei matérias que me satisfaziam, me intrigavam e me instigavam. E dei um sentido para minha vida (para a direita), no qual eu comecei a trabalhar melhor, deixei os textos maníacos-depressivos para trás e a vida me sorriu. Não que eu tenha atingido a invejada estabilidade e ganhado viagens internacionais, ainda não, mas nunca estive tão confiante que elas chegarão.
Hoje, acho que eu nem poderia escrever textos tão depressivos de novo. Não sou mais aquele Emanuel, mas por outro lado, não queria voltar a ser ele mesmo...
E você, o que achou dos textos?
O livro está à venda há um mês, mas como estou esperando o ISBN chegar, ainda não coloquei a versão com capa preta e um texto extra à venda (edição que todos os compradores atuais irão receber, na forma de um PDF do livro), mas até lá, vamos rever o livro?
"Muito depressivo", foi o comentário feito pela minha mãe. E por minha esposa. O livro é realmente depressivo. Eu estava num período onde eu trabalhava de domingo à domingo, em todos os empregos que eu estava. Era incrível, atuando no setor técnico, numa área de criação ou mera administração, eu conseguia criar trabalhos para eu mesmo realizar. Sem nunca ter cobrado (ou recebido) hora extra, em nenhuma das empresas pelas quais passei. Pensava que não era justo cobrar pelas horas extras, eu estava aprendendo e tals, e Deus sabe que eu também tive minha cota de erros nestas empresas por onde passei. Também não era registrado em quase nenhuma delas. Era estagiário, ilegal ou PJ ao longo deste período. Em resumo, eu trabalhava feito um camelo e ganhava menos que ração para galinhas.
Por esse motivo que os textos passaram a abordar meu desconforto com o mundo ao meu redor. Eu não me sentia bom o bastante para estar naquele mundo, pois nem trabalhando de domingo à domingo, meu dinheiro sobrava, nem a efetivação era oferecida, nem qualquer forma de reconhecimento aparecia. Eu flutuava entre a área comercial e técnica neste período, tentando descobrir à que me dedicar e o que poderia me dar mais dinheiro, para eu pagar as contas que subiam exponencialmente. Conforme eu buscava em posses a satisfação não advinda do trabalho.
Enquanto outras pessoas, amigos, colegas e familiares iam ganhando sua notoriedade com seu sacrifício ao trabalho, eu continuava neste período, divagando entre a literatura e uma dedicação sobre-humana ao trabalho, para acompanhar amigos, baladas, meus textos e meu emprego. Não era ruim no trabalho, mas também não era brilhante. E isso me frustrava, até eu entrar no Marketing, na Universidade Nove de Julho, veja só você.
Na universidade, como já falei aqui, eu me encontrei. Encontrei amigos para chama-los assim, encontrei matérias que me satisfaziam, me intrigavam e me instigavam. E dei um sentido para minha vida (para a direita), no qual eu comecei a trabalhar melhor, deixei os textos maníacos-depressivos para trás e a vida me sorriu. Não que eu tenha atingido a invejada estabilidade e ganhado viagens internacionais, ainda não, mas nunca estive tão confiante que elas chegarão.
Hoje, acho que eu nem poderia escrever textos tão depressivos de novo. Não sou mais aquele Emanuel, mas por outro lado, não queria voltar a ser ele mesmo...
E você, o que achou dos textos?
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