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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Auto Coaching


Eu conheci o Coaching através do meu amigo, Jefferson Gobetti, e foi um período incrível, pois Gobetti de fato pagou pelo curso aqui no Brasil, uma pequena fortuna, que segundo ele, e eu pude compravar, vale cada centavo.

Não tendo a verba para fazer o curso, me inscrevi num programa on-line, li tudo que achei pelo caminho e fiz minha seções com o Gobetti, para aprender mais, e tropecei em alguns livros que de fato, mudaram minha vida, e eu decidi compartilhar a receita, isto é, minha agenda.

Acontece que o Coaching é um processo que se constrói através de você mesmo, parafrasando Morpheus, o coach só pode mostrar a porta ao coachee, caberá a ele, atravessá-la. E para acompanhar os progressos, uma agenda é recomendável. Raios, se existem atividades de autodescoberta, e se existe a agenda, por que não colocar no papel o roteiro que li, pesquisei, e que de fato, me ajudou?

O livro Auto Coach nasceu assim, e desde então, estamos na terceira edição oficialmente, e na prática, na segunda. Este livro apresenta os exercícios que li e fiz, paralelos à textos de para Insight, aquela fagulha que dá origem à ideias maravilhosas, junto com um programa de filmes recomendados e músicas, para guiá-lo no processo. O livro não substitui o Coach, mas é um bom aliado ao processo.

Se você se interessou, compre-o no clube de autores, agora nas versões impressas, PDF e ePUB. ;)

https://www.clubedeautores.com.br/book/140036--Auto_Coaching

sábado, 8 de junho de 2013

Um incosciente ativo, um consciente dormente

Eu faço parte da Skynerd, uma rede social brasileira, idealizada por Alexandre Ottoni e Deive Pazos, os fundadores do site de informação, cultura e entretenimento Jovem Nerd. Não faço parte da rede por querer por um rótulo à mim mesmo, de nerd, termo que está tão na moda hoje e tantas pessoas se auto-denominam Nerds, quando eu fugia chorando dos meus "amiguinhos" que bradavam CDF e tinham livros grossos às mãos, mas era para baterem em mim com eles.

Eu faço parte da Skynerd pelos mesmos motivos que joguei RPG's como Desafio dos Bandeirantes, Tagmar e Daemon, pelas mesmas razões que gastava meus cobres, antes num ilustre desconhecido brasileiro que em Dan Brown, chegando anos atrasado na hype do escritor norte-americano. Nada disso. Eu faço parte da Skynerd pela mesma razão que já citei aqui antes, no texto Loterias, a culpa é daquela minha veia nacionalista. Eu gosto de valorizar o produto nacional. Se não posso criar algo, ou colaborar ativamente com algo, eu ao menos faço parte da massa de adesão. Para que haja uma massa de adesões é preciso que individualmente, cada um se envolva, para formar a dita massa. Ironicamente a rede social tem seu nome derivado de duas coisas norteamericanas, a fictícia rede de computadores que se torna consciente e deseja destruir o homem, a SKYNET do filme O Exterminador do Futuro (Terminator) e da mesma expressão que busco não me rotular, NERD.

Diferente do Facebook ou do primo mais velho e pouco respeitado, o Orkut, a Skynerd ainda tem poucos participantes e regularmente dá algum problema, chamado Bug. Na Skynerd você tem níveis, como nos jogos de RPG, que vão subindo na proporção que você participa, escrevendo, comentando e sendo avaliado (Megabogado é como se diz "curtido" por lá, o equivalente ao Like). Lá você também acumula Badges, premiações por participar de tópicos e reuniões online como Hangouts do Google+. Logar-se durante o lançamento do filme O Hobbit? Badge. Esperar o Fim do Mundo Maia num Hangout com os criadores do sistema? Badge, "Apocalipse Fail". Estar logado durante a virada de ano? Badge: Forever Alone! (Sério, o que você fazia numa rede social durante a virada de ano? Merecido!).

Outra diferença da Skynerd para outras redes sociais são os temas abordados nela: Quadrinhos, Cinema, Literatura, RPG, Games, Memes, mas também tem ciências (Acompanhar o pouso da Curiosity Roover em Marte online? Badge!) e artigos muito interessantes. Muito material ainda é "Quibado", isto é, copiado de algum outro lugar, com referência ao autor quando o mesmo é conhecido, ou sem nada, só postado lá para os outros aproveitarem. Através da Skynerd conheci uma versão para One Direction que fazia uma paródia do filme O Senhor dos Anéis. Ví ainda um canal interessantíssimo do YouTube: Everything Wrong with..., que faz uma contagem das falhas de roteiro ou coisas que os criadores simplesmente não concordam em diversos filmes. Sempre falado mais rápido que corrida de cavalos e com até quatro ou cinco minutos no máximo.

Entre um post e outro, eu li de um colega uma entrevista dada pelo filho de John Ronald Ruel Tolkien, o famoso J. R. R. Tolkien, chamado de Christopher Tolkien, onde ele rejeitava o filme O Hobbit. A chamada da matéria dizia: "As palavras do meu pai foram distorcidas e transformadas numa aventura adolescente para entreter jovens". Eu dei de ombros, mas cada aqui e ali eu lembrava dessa entrevista. E lembrava como havia lido que o próprio Tolkien sonhava modificar O Hobbit, que era e é muito infantil, para ficar mais próximo ao nível que ele atingiu em O Senhor dos Anéis. Mas vivia postergando isso. E dava de ombros. Ouvia um Podcast sobre o tema, lembrava da entrevista do Chris, e dava de ombros, até que uma lenta mas contínua raiva foi crescendo na minha mente.

Como diabos esse bastardo que nada fez além de colocar notas em textos incompletos de seu pai, baseado no que ele acha que era a direção do texto que seu pai iria adotar em conversas que eles mantinham, pode julgar o filme desta forma e defender o trabalho que nem é dele? Por Deus, é óbvio que filmes mudam o sentido do livro. Não pode ser ipsis literis ao livro. Tem que agradar mais gente, tem que ser mais dinâmico, tem que ser para pessoas sem "background" com a obra ou com literatura. É claro que o livro vai mudar.

Mario Amaya, colunista da MacMais e uma pessoa que eu admiro muito, apesar e por causa de sua personalidade forte, escreveu uma vez: "Se o Senhor dos Anéis fosse fielmente adaptado ao cinema, ele seria no mínimo, um musical!". Eu realmente não posso dizer que o filme "O Hobbit" fez minha cabeça explodir. Foi legal. Muito legal. Mas foi o que eu esperava. Até mesmo achei o filme muito parecido sim ao livro, tirando que quase todas as músicas foram suprimidas. Menos justamente a música de batalha dos anões. Essa sim, fantástica. E fiquei e estou muito inconformado com as palavras do filho de Tolkien. Por quem eu já não nutria muita simpatia, mas agora é uma antipatia bem formada.

Impressiona à mim mesmo o quanto este sentimento de raiva foi sendo nutrido na minha mente, sempre voltando à memória em momentos que o automático assume, quando estou dirigindo, por exemplo, tal e qual um refrão de uma música ruim. Pensei que meu consciente queria rejeitar de alguma forma aquilo que o inconsciente tinha visto. Acho que acertei, mas também acho que é o Chris Tolkien quem tem algum problema, consciente e inconsciente...

E obrigado Skynerd, por me fazer refletir tanto sobre isso...

Para você conhecer o Jovem Nerd, acesse: http://www.jovemnerd.com.br
Para conhecer a Skynerd e juntar-se aos bons (ou nos perseguir com tochas e gritando CDF! CDF!): http://www.skynerd.com.br
Para ouvir um podcast dos próprios criadores do portal Jovem Nerd sobre o filme (contém spoilers):
http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-343-o-hobbit-uma-jornada-esperada/

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Criando produtos nacionais


Ontem falamos sobre a ausência de desenvolvimento de produtos no Brasil. Sobre a dificuldade que empresas com produtos brasileiros encontram para se assentarem no país. E nos perguntamos, esse cenário pode ter mudanças? E a resposta é sim, mas é um processo longo...

Em 2000 e 2001 uma editora minúscula ousou publicar uma série em quadrinhos, 40 edições, de um mangá chamado Holly Avenger. Apesar do nome gringo, há um motivo, o nome dos quadrinhos é uma referência à uma arma dos jogos de RPG, que conforme já falamos aqui no passado, o RPG nasceu nos Estados Unidos e chegou ao país na forma de cópias de cópias, espalhando-se e mantendo o jargão entre os primeiros jogadores. Holly Avenger é uma Vingadora Sagrada, a arma máxima que apenas os mais sagrados dos guerreiros têm acesso.

Esta minúscula editora acabou fundindo-se ou comprada por outra editora maior, a Jambô, que não apenas manteve os títulos à venda, como também publicou romances sobre o cenários, dezenas de livros de RPG, e começou a produzir um anime, um desenho brasileiro no estilo japonês, sobre a série em quadrinhos que foi um sucesso absoluto. Mas não houve fôlego e o projeto me parece estar estacionado à quase uma década já.

Por outro lado, o processo de cadeia de necessidades parece estar começando à girar. Uma universidade gaúcha, que desenvolve artes gráficas e projetos em computador se mostrou disposta à produzir um jogo, multiplataforma, PC, Mac e Linux, baseado neste cenário, e o projeto decolou, mas esbarrou na falta de verba. E foi quando entrou outro jogador no cenário, o Catarse.me, esse site que também permitiu a outro artista brasileiro, Fabio Yabu, voltar à produzir seus Combo Rangers em quadrinhos, e que funciona como um fundo de captação para financiamento coletivos. Tormenta - O Desafio dos Deuses, foi colocado para financiamento coletivo.

O jogo inicialmente desenvolvido já parece realmente não dever nada à game nenhum estrangeiro. É muito bem desenvolvido e com a verba, seguramente ficará ainda melhor, mas há um problema. À 10 dias do final do financiamento, ainda falta 50% do valor por atingir. E é por isso que escrevi estes dois textos, para pedir, que vocês ajudem esse projeto. Que possamos criar um game no Brasil, com um processo envolvendo criadores, escritores, pesquisas universitárias e uma editora nacional.

Vocês podem questionar os valores, mas lembre-se que nada aqui é federal ou está usando verbas públicas, o Catarse ficará com 15% do valor arrecadado. A Universidade provavelmente com a outra maioria, para cobrir os custos de softwares, computadores e programadores envolvidos, e os criadores do projeto, que não têm um "day job", mas vivem de seu trabalho, pois o volume que criam demanda dedicação integral, não permitiria. O valor é pequeno, acreditem. Alem de tudo, sobre esse valor todo, ainda há o governo, que vai abraçar uma boa parte deste dinheiro, sobre o projeto, sobre a pesquisa, sobre os impostos dos funcionários e sobre os lucros das vendas, se o projeto chegar a ver a luz do sol...

Vamos ajudar esse projeto a decolar? http://catarse.me/pt/tormentadesafio

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Criar produtos nacionais e inovadores é possível?

Quando vemos o seriado The BigBang Theory, um seriado onde quatro nerds têm como profissão, viver de pesquisadores universitários, nos perguntamos se há tal profissão no Brasil. Ou ao menos desejamos que tivesse. Os Estados Unidos pode ter um monte de defeitos, mas ninguém nega o poder inventivo do povo norte-americano, e a questão é bem simples, você tem que ter produtos nacionais, para que faculdades nacionais desenvolvam pesquisas à respeito.

O Brasil de certa forma, até é bastante evoluído neste aspecto, quando se trata de produtos fármacos, com a flora exuberante que temos aqui, e toda uma cultura oral indígena de medicina natural, era um setor no mínimo mais fácil de criarmos estas pesquisas. Mas e outros produtos? O que há de produtos nacionais que poderiam se beneficiar de pesquisas universitárias ou criar uma cadeia de necessidades?

Antes, deixe-me explicar o que é essa cadeia de necessidades: empresas nacionais, sem recursos para desenvolverem pesquisas e melhorias específicas em seus produtos, subcontratam universidades, com dinheiro que seria destinado à impostos e que passam a ser aplicados diretamente nas universidades, criando empregos e fomentando a pesquisa nacional. As universidades passam à ter acesso à máquinas e equipamentos de ponta e desenvolvem um currículo acadêmico cada vez melhor, ao longo das pesquisas desenvolvidas. Quando as empresas lançam bons produtos nacionais, elas logo se vêem criando concorrentes, que passam a imitá-las, e para aumentar sua sigilosidade, desenvolvem centros de Pesquisa & Desenvolvimento internos, mais ágeis e mais sigilosos, buscando pesquisadores no mercado, justamente, nas universidades, que se vêem obrigadas à reciclar seus pesquisadores, gerando uma cadeia de inovação e uma cadeia de necessidades.

Numa rápida circulada pelas ruas de São Paulo, o que vemos nas vitrines são computadores importados, celulares importados, carros importados de todos os cantos do mundo. Não importa o quanto nós possamos consumir deste produtos, pouco deste dinheiro é revertido ao Brasil, e a maior parte vai embora, para as matrizes estrangeiras. Tirando roupas, perfumes e bijuterias, muito pouco é realmente nacional.

À cada tanto, surgem malucos, visionários, sonhadores, como disse justamente outro estrangeiro, Steve Jobs, que ousam sonhar com produtos brasileiros, João Augusto Conrado do Amaral GURGEL, foi um deles, Hélio Bruck Rotenberg é outro, presidente da Positivo. Mas sobre eles, sobre seus ombros, sempre acaba pousando a comparação e as exigências de serem iguais ou melhores à produtos estrangeiros, à muito mais tempo no mercado, a cobrança por preço, quando sua demanda é muito menor, e logo suas compras em escala também são, e estas indústrias acabam sucumbindo ou subsistindo.

Será que esse cenário pode ser mudado? Esse texto continua amanhã...

quinta-feira, 7 de março de 2013

Trabalhar no que se ama...


Como já falei aqui, eu escrevo de forma antecipada meus textos. Estou uma semana adiantado. Há outros textos, para outras datas festivas, que já estão prontos também, mas no geral, é uma semana à frente que eu tenho. E isso me dá possibilidades, tenho feito pequenas séries de textos, minha infância, minha vida na literatura, praias, vícios. Eu aproveito um tema que normalmente eu abordaria em dois almoços frente e verso, e transformo em 3, 4 crônicas mais aceitáveis.

No texto que você leu ontem, eu abordei como matamos nossa vida, em busca de reconhecimento. Como apelamos para os vícios, para nos dar o empuxo para um dia mais duro, uma atividade menos aprazível. Eu já fiz isso, e também conheço diversas pessoas que o fazem ou fizeram. Não conheço ninguém que tenha voltado a fazer, depois de conseguir sair desta espiral: mais dívidas -> trabalhar mais -> mais compensações pela vida não vivida -> mais dívidas -> trabalhar mais.

Mas quero dizer que eu já fiz, e não faço mais. Não mais. Eu ainda trabalho duro. Já fui trabalhar de sábados. Já fiquei depois do horário. Já fiz trabalhos em casa e levei tarefas para fazer nos feriados. Principalmente de novembro passado, em 2012, que mal aproveitei meu feriado de 15 à 20 de novembro. Mas há uma diferença entre trabalhar duro e trabalhar duro. É a pressão auto-imposta.

Sou casado com uma esposa maravilhosa que me fez colocar a minha vida em perspectiva. Uma vez, ela me disse: "não quero um marido de finais de semana, que chega morto em casa todo dia". Eu, na época do meu casamento, entrava antes das 8 da manhã e saía depois das 22 horas e se tinha alguma diferença daquele "eu" de antes, para o "eu" de hoje, é que hoje eu vendo ainda mais. Eu não tinha visão clara de que trabalhar muito não é, necessariamente, trabalhar mais. Trabalhar melhor. É quase o oposto. Há, claro, as exceções, os períodos mais turbulentos. Mas se o processo vira uma rotina, algo está muito errado.

Descobri que sou bom, sem falsa modéstia, no meu mercado de trabalho. Trabalho com os mesmos produtos há 10 anos. Fui quase um auto-didata, vendendo um produto estrangeiro, com poucos treinamentos no país, que em geral, pouco acrescentavam à minha rotina. Com o tempo, aprendi a aprender sobre meu mercado: lia revistas especializadas. Compartilhava o que aprendia na forma de artigos. Fiz palestras sobre os produtos que eu vendia. E discutia, e discuto até hoje, muito com o pessoal da área técnica, que sabem muito mais do que eu, sobre aquilo que eu vendo.

Estas conversas, com os engenheiros de aplicação, com os clientes, com usuários que são ainda melhores que os desenvolvedores, eu aprendo um pouco mais, sempre. E guardo com carinho aquela informação, não porque meu emprego depende dela, mas porque eu realmente gosto dela. Aprender sobre o software que vendo é, para mim, como é discutir carros para os amantes. Saber os motores, os acessórios, as curiosidades de cada veículo entre os amantes de carros, é para mim saber as extenções compatíveis, os segredinhos de cada versão e muito mais.

Não é necessário perder a saúde para aprender sobre aquilo que você trabalha, no fundo, no fundo, é como dizia minha bisavó materna: trabalhes naquilo que ames, e nunca mais trabalharás na vida.

sábado, 22 de setembro de 2012

Saudades de algumas coisas


SEI QUE POUQUÍSSIMAS PESSOAS LERÃO ISTO,MAS ATENÇÃO:

VALE MUITO A PENA LER

A NOTA DE R$ 100,00


Um famoso palestrante começou um seminário numa sala com 200 pessoas, segurando uma nota de R$ 100,00.

Ele perguntou:

“Quem de vocês quer esta nota de R$ 100,00?”

Todos ergueram a mão...

Então ele disse:

“Darei esta nota a um de vocês esta noite, mas primeiro, deixem-me fazer isto...” Então, ele amassou totalmente a nota.
E perguntou outra vez: “Quem ainda quer esta nota?”
As mãos continuavam erguidas. E continuou: “E se eu fizer isso...” Deixou a nota cair no chão, começou a pisá-la e esfregá-la. Depois, pegou a nota, agora já imunda e amassada e perguntou: “E agora?” “Quem ainda vai querer esta nota de R$ 100,00?” Todas as mãos voltaram a se erguer. O palestrante voltou-se para a platéia e disse que lhes explicaria o seguinte: “Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês continuaram a querer esta nota, porque ela não perde o valor.

Esta situação também acontece conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos nos sentindo sem importância. Mas não importa, jamais perderemos o nosso valor. Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, magros ou gordos, altos ou baixos, nada disso importa! Nada disso altera a importância que temos. O preço de nossas vidas, não é pelo que aparentamos ser, mas pelo que fizemos e sabemos.”

Agora, reflita bem e procure em sua memória:
Nomeie as 5 pessoas mais ricas do mundo.
Nomeie as 5 últimas vencedoras do concurso de Miss Universo.
Nomeie 10 vencedores do prêmio Nobel.
Nomeie os 5 últimos vencedores do prêmio Oscar, como melhores atores ou atrizes.
Como vai? Mal, né? Difícil de lembrar? Não se preocupe. Ninguém de nós se lembra dos melhores de ontem.
Os aplausos vão-se embora. Os troféus ficam cheios de pó. Os vencedores são esquecidos.

Agora faça o seguinte:
Nomeie 3 professores que te ajudaram na tua verdadeira formação.
Nomeie 3 amigos que já te ajudaram nos momentos difíceis.
Pense em algumas pessoas que te fizeram sentir alguém especial.
Nomeie 5 pessoas com quem transcorres o teu tempo.
Como vai? Melhor, não é verdade?

As pessoas que marcam a nossa vida não são as que têm as melhores credenciais, com mais dinheiro, ou os melhores prêmios.
São aquelas que se preocupam conosco, que cuidam de nós, aquelas que, de algum modo, estão ao nosso lado.

Reflita.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Don´t kill time, make time!


Dost thou love life?
Then do not squander time, for that's the stuff life is made of!
~ Benjamin "Thor" Franklin

terça-feira, 11 de setembro de 2012

The path to self awareness

Life really is an oddly place. We expend time trying to save money for when we have free time, we can enjoy our sweated money. But at the same time, we are always looking for rewards in the present, for the long time on working, for the long time stuck in traffic. This rewards, bought with the money we don't have, with credit card, split in so many months that we start to work, actually, to pay the bills, and no longer for our oldness.

At some point, the things we own start to own us, that's true, once you can no longer leave that job you don't like, because the bills you have to pay. Because you are not living for you any more, you are living to pay the things you bought, and so, you have a new boss, named everything you bought and didn't payed yet.

Why do we do it to our selves? Why the desire to own things we don't need, to impress people we don't like with money we don't have became our bosses? And how to break the circle?

First of all. Stop what you are doing. Take a day off at work, do not stay at home, or you'll be catched by the TV. Go some place where you can think and rethink. Take some old fashion paper notebook (don't bought one! Use any paper you have. Even toilet paper, if you needed), a pen/pencil, some thing to write over, and get out. Say at your job and to your family that you'll not be able to answer phone calls. It's just for a day, so don't worry.

People would say that a park is a good place to go, but only if you live in a very fortunate city, otherwise, beggars can became a problem. And hookers. Go to a small café, with a good table. Ask yourself the biggest drink you can order, so you can stay longer without been disturbed. A bottle of water can do the job. Catch your notebook and start thinking:

1) What you liked most on your youth? Did you liked to play video-games? Read? Write? To do some sport? How are your memories about your childhood?

2) While you were at school, which disciplines did you went better? Mathematics? Physics? Languages? What did you liked most?

3) What are you doing now that makes you unhappy? What makes you happy at your job? (don't make a fool of yourself, no one likes to work, but we always try to choose things that we like most, among all the possibilities).

4) Write down in this order: things from your childhood that you liked most, the disciplines at school that you went better and the likes and dislikes (at list 5 at each side) from your current job.

5) Now, think that your job may not be the problem. How's your personal life? Do you have time to met friends? To see your relatives and your parents? Do you have time to your own? Thinking about your current life, write down your top five likes and dislikes from your current personal life.

At this time, your bottle of water should be gone, by far, and all we get is a list of our consciousness of desires and unhappines. But this is not enough. The next best thing to do is to go to a walk, and rest your mind. The mind find solutions while thinking other things. This is called natural associative thinking. This way Archimedes could determinated how to solve the problem with the gold crown of his emperor, and ran naked throught the streets of his city screaming Eureka! Eureka! He was at his bath when the solution hit him like a rock.

If a movie theater, or better yet a museum is at your walk range, go for it. Otherwise, just go circling your block (or the block where you are), close looking for the architecture of the buildings. Think on how that buildings were build. Do one hour at least of any other activity than think on your recent list. You can even read something, like a book or a magazine, if it is not related to your work or personal life. Right now, we want to leave our mind to think on her own way on our problems. Let your mind free of conscience's thinking on your list. The longer, better.

Ant'Z, the movie from Woody Allen, tell us a story about an ant named Z, and how this ant expend in one day long (a life time in an ant time), to discover that the life that he wasn't enjoying was the very life he wanted, he just wanted to choose for it, instead of be tossed in that position. This movie and many others like this, talking about the journey of self awareness. Just like what we are doing right now, without destroying the status quo of an entire society like the Allen's movie.

Once you walked, ate something, went into a store of any kind, few hours after you started, you can go back to that same small cafe at you were. Take another good drink to yourself and reopen that list you made.

All that you wrote still look the same? Do you have the same feelings about what you wrote you liked or hated? Is there anything you would like to change? You will probably find out that things you hated, now are quite bearable, and things you liked, now doesn't look likable at all. Give one hour to yourself to see what you want to change, add or remove from your list. But don't worry, you would not be able to find your path yet, but this time, try to register the list in our mind, and when you get home, take a shower, and rethink on your list. No longer than ten minutes, please, don't forget the enviroment...

Just like the movie Inception, what we are trying to do is to give hints from your consciousness to your unconsciousness of what you like, dislike and want to change. We are planting a very small idea, that can change it all.

Keep the list in your pocket, and next week we will start from here. Have a good week.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Resenha: O estilo Bill Gates de Gerir


Depois do livro A cabeça de Steve Jobs resolvi que queria continuar lendo sobre estas grandes mentes, e ao encontgrar o livro do, para mim, desconhecido Des Dearlove, não titubeiei à comprá-lo, num impulso só. Ainda mais com o prefácio brasileiro por Hélio Rotenberg da Positivo Informática, o livro se desenhava ser excelente.

O livro, preciso dizer, tem seus momentos, bons insights e boas narrativas sobre a Microsoft, em especial a descrição do campus e dos benefícios aos funcionários, mas no mais, o livro é uma grande decepção, desde os pequenos detalhes, como a fonte imensa do livro, deduzindo muito do tamanho já reduzido do livro, até as ridículas boxes ao longo do texto destacando conteúdo que está naquela mesmíssima página, acrescente a isto que cada final de capítulo tem uma parte de recapitular em tópicos recém lidos, e o que teremos é algo do tamanho de um txt com mais ou menos 35kb, salvo exagero de textos realmente não repetidos.

De verdade mesmo, do pouco que sobra deste livro, é tudo um punhado de citações que podem ser extraídas de outro livro sobre Bill Gates: STROSS, Randall; THE MICROSOFT WAY, New York, /addison-Wesley, 1996. E as melhores partes do livro de Des Dearlove acabam por revelar-se citações deste livro.

Sobre Bill Gates, o livro termina não falando verdadeiramente muito, o filme “Piratas do Vale do Silício” é bem mais revelador neste aspécto. Sobre sua gestão também não há nada assim de revelador, mas há um insight, também citação que vale a pena ser repetido, à fins de divulgação:

“Em sentido mais simples, a organização na qual se aprende se refere a um grupo de pessoas que está melhorando continuamente sua capacidade de criar o futuro” – explica Senge, do MIT, que trouxe o conceito deste tipo de organização ao grande público – ” O sentido tradicional da palavra aprendizagem é muito mais profundo que apenas assimiliar informações. Refere-se à mudança nos próprios indivíduos, de modo que produzam melhores resultados que lhes interessam,que conquistem coisas que são importantes para eles.”

~ NAPUK, Apud K.; “Live and Lear”, Sottish Business Insider, jan. 1994. Os tópicos que destaca Senge para uma empresa na qual se aprende são: 
  • Pensamento sistêmico;
  • Modelos mentais;
  • Visão compartilhada;
  • Aprendizagem em grupo;

Mais uma curiosidade do livro que eu gostei, é o nome que se dá aos programas feitos dentro de uma fábrica de softwares, os quais também destaco aqui: 
  • Dogfood: programas ruins ou defeituosos que não servem para vendas mas servem para uso interno (e destes, preciso dizer, já fiz muitos);
  •  Selftoast: fritar-se ou contradizer-se;
  • Vaporware: produto que nunca chegou às prateleiras;
  • Face-mail: tere uma conversa na mesma sala (em oposição à voice-mail ou e-mail);
  • Braindump: repassar conhecimento técnico; 
No mais, até agora, o livro foi só uma grande decepção.

PS: Artigo escrito durante minhas férias, confortavelmente em meu Tungsten T|E2 com o teclado Palm Wireless Keyboard.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Como fazer boas apresentações



Todo já devem ter ouvido falar das famosas apresentações de Steve Jobs À frente da Apple, seja um MacWorld ou evento específico da empresa de Coperrino. Mesmo quando as novidades são escassas ou não agrada a todos, sua apresentação é sempre elogiada.

E ele o faz da forma mais espartana e despojada possível, de jeans, ténis baixo e camiseta de gola alta preta. Mesmo suas aoresentações em sí formam o cúmulo da simplicidade. Evidente que tudo isso é calculado, feito para destacar o produto, não é mesmo? Então a grande pergunta que devemos nos fazer é: por que nós também não fazemos isso?

Ao ver na faculdade e fora dela tantas e tantas apresentações mal feitas, carregadas, poluídas de textos e imagem, nos perguntamos; afinal, o que será que ele quer que eu saiba disso tudo?

Uma apresentação técnica ou cientifica ou cimercial no fim é justamente vender uma idéia ou conceito aos outros, afinal, como diz Seth Godin, se todos já concordassem com o assunto, não havia motivo para a apresentação em primeiro lugar!

Em seu livro “Brinde grátis! Aproveite!”, Seth Godin vem com quatro regras simples para tornar sua apresentação mais interessante e outras cinco regras dos bons modos durante a mesma; reproduzi abaixo os tópicos, sem a descrição para fins de divulgação do livro:

1. Prepare fichas de mão para sua auto orintação;
2. Os slides devem reforçar suas palavras, não repetí-las,
3. Crie um documento por escrito para entregar após a apresentação;
4. Faça um formulário de feedback após sua apresentação;

Pecados capitais:

1. Seis palavras no máximo (o PowerPoint não é um teleprompter;
2. Nada de imagens fora de foco, use imagens de um banco de imagens;
3. Nada de animações, efeitos especiais e transições;
4. Efeitos de som, apenas se eles reforçarem sua idéia ou surpreenderem a audiência;
5. Não distribua cópias dos slides, eles não funcionam sem você;

Muito mais material, e bom, você encontram no Empreendemia/Saia do Lugar. Clique sobre os títulos para visitá-los!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Administração: Mapas Mentais


Todos interpretamos diversos papéis em nossa vida. São relações onde somos responsáveis por ofertar nosso tempo, nosso carinho, aplicar nossos conhecimentos ou simplesmente fazer nossa vida passar mais agradável.

O primeiro papel que todos temos na vida, é o papel de filho/a. Esse é um papel que interpretamos em princípio de nossa vida e somos exclusivos dele, ainda que possamos de fato, fazer pouca coisa de diferente. Depois, conforme encontramos amigos, ganhamos um novo papel, para dividir com o papel de filho/a. Logo vem o de namorado/a, de funcionário/a, de marido/esposa e o de pai/mãe. No serviço, ainda temos os papéis divididos, somos funcionários/as de alguém e chefes de outros. Juntos com esses papéis, ainda há um importante, vital papel que nem sempre o desempenhamos bem, é o papel de nós mesmos.

Veja, cada papel toma um tempo, demanda um investimento, para colher dele algo. No papel de filho, colhemos a gratidão de uma família unida, que se apoia, a cada visita à casa dos pais, no papel de funcionários, colhemos nossos salários, realizações profissionais, mas todos estes papéis, sem o pináculo de sustenção, não sobrevivem ou desempenham bem, que é o papel de nós mesmos. O tempo que aplicamos a nossos hobbies, nossos lazeres, ao cuidado de nosso corpo e saúde mental e física. Identificar como vivemos nossos papéis é fundamental para encontrar o equilíbrio de cada vida, e é para encontrar esse equilíbrio que necessitamos aprender mais uma ferramenta, antes de continuarmos, a ferramenta chamada “Mapas mentais”.

Pense em todos os papeis que você desempenha na sua vida hoje, e descreva-os nas páginas ao lado através de um mapa mental. Lembre-se que amigos, podem dividir-se em diversos ramos, amigos da rua, do condomínio, do serviço, assim como os papeis de família podem ser de filho, marido, pai, tio e os papeis do serviço podem dividir-se em chefe, funcionários, coordenador de projetos. Divida cada subseção de seus papéis o quanto mais puder se lembrar.

Para entendermos onde estamos investindo nosso tempo, onde estamos aplicando nossos compromissos, e tornarmos senhores de nós mesmos, é preciso identificar, primeiro, quantos papéis podemos desempenhar, o que estamos fazendo em nossa vida que nos ocupa o tempo, e o que estamos deixando de fazer, e para descobrir estas nossas ocupações, nada melhor que aplicar a técnica conhecida por mapas mentais.

No centro das duas folhas ao lado, coloque sua pessoa ao centro, junto com seu coaching, e vá ramificando ao redor do seu “eu” os papéis que desempenha. Lembre-se que cada papel terá suas ramificações também. No papel da família somos filhos, pais, irmãos/ãs, netos, etc. No papel de amigos, temos os amigos do serviço, da rua, do condomínio etc. Tente lembrar-se ao máximo de todos os papéis que desempenha, sem esquecer-se de seu próprio papel, com hobbies, lazeres, necessidades e paixões.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Administrando seu tempo!


PIM significa Personal Information Management, e foi um termo que se tornou famoso, ao nascer nos velhos PDA’s (Personal Data Assistent) como a Palm e Pilot, e então passou a designar os primeiros telefones, antes de serem Smart’s, que também alegavam fazer a gestão do PIM.

O núcleo desta sigla, até hoje, está atribuido à 4 programas: Calendário, Contatos, Notas e Tarefas, sendo a correta gestão de sua agenda de compromissos, das pessoas com as quais se relaciona, notas que tenham surgido entre as duas anteriores (notas de reunião, notas sobre alguém, sobre uma empresa, sobre um produto ou até escritas diversas, feitas na rua, na hora que a dona Inspiração bate à porta), e por fim, tarefas, a gestão de artigos que devem ser feitos, sem uma data específica, exceto talvez, a final. Um exemplo de tarefa é, digamos, trocar o óleo do carro esta semana, comprar flores para a sala, comprar lembranças de natal, entre outras.

Muitas pessoas dizem que não têm dinheiro para fazer algo que realmente gostem, culpam a falta financeira por não serem isto ou não terem aquilo. Acho que isto é compreensível, afinal, alguns nasceram mais ricos, outros tiveram melhores oportunidades, mas o que não aceito é alguém culpar a falta de tempo, afinal, o dia tem 24 horas para todos os cidadãos do planeta. Não há na Terra ninguém com poupança de horas (e mesmo assim, muitos conseguem dever horas para a família, para os amigos, para tantas coisas…).

A correta gestão de suas informações pessoais, como o PIM, podem tornar seu dia mais produtivo, mas isso requer disciplina, aqui algumas dicas para fazê-lo, seja no papel, ou no PDA:
  1. Pare uma vez por semana e veja os compromissos já agendados para a semana seguinte;
  2. Reveja os feitos na semana passada e quantas alterações ocorreram na sua agenda, quantos novos compromissos não esperados e quanto ficou sem fazer;
  3. Avalie se não houveram oportunidades de declinar de um trabalho, dizer um “não” para manter sua agenda e seus compromissos;
  4. Todas as manhãs veja seus compromissos e tarefas do dia, tente conectá-los de alguma maneira, como deixar a troca de óleo para a volta daquele cliente perto do posto, ou coisas assim;
  5. Mantenha sua agenda ou PDA com você, para não marcar compromissos em Post-It e outros meios “perdíveis”, foco em um só lugar;
  6. Se você usa um telefone celular com PIM e o Outlook, veja se os dois são compatíveis, se há algum programa de sincronismo entre eles. A maioria hoje já tem!
  7. Mantenha um diário semanal, escrito, avaliando sua semana, suas emoções e o que deu errado. Uma vez por mês leia-o e busque encontrar padrões que se repitam. Descubra seus motivos para manter os acertos e corrigir os erros;

Overthinking Back to the future

And you thought I would let the date go blank, right? We arrive and go through that moment where the three "Back to the Future" fi...