A Amazon anunciou na semana passada sua atualização do aplicativo Kindle para a família iOS, com a novidade de estender o suporte para toda a família do sistema operacional, desde a versão - ainda mono-tarefa - iOS 4.4, a mesma que roda no iPod Touch 2nd Gen, por exemplo.
É natural para a Amazon fazer isso, pois o business dela é vender livros, e quanto mais dispositivos compatíveis com o software dela, melhor. O surpreendente na verdade é o número de outros eReaders que ainda não são compatíveis, o Kobo, no Brasil pela Livraria Cultura, por exemplo, só é compatível com o iOS 7.0 em diante. O iBooks da própria Apple, funciona com recursos limitados nas versões anteriores às atuais. Sem mencionar um número de leitores que morreu, como o PalmReader, também chamado meramente de eReader, comprado pela Burnes & Nobles e morto, para dar lugar ao Nook.
Em diversos aspectos, esse ato tão à propósito e tão natural, é também mais um passo na batalha contra a Obsolescência Programada, dando um fôlego (e funções) extras, ao devices que hoje em dia estão mofando na gaveta. Parabéns Amazon!
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
Assistência Técnica, redenção da Apple
Tenho falado mal da Apple por aqui. Todas as semanas, por diversos motivos. Mas quando é preciso dar os créditos, devemos dar os créditos também. A César o que é de Cesar, a Roma o que é de Roma.
Um amigão meu comprou recentemente um smartphone com Android de uma grande desenvolvedora de tecnologia, e que se tornou pioneira mundial no desenvolvimento de sistemas de som pessoal, seja de rádio ou de fitas cassete. E a tela do aparelho dele quebrou, como pode acontecer com qualquer aparelho da safra atual, de geometria de um tijolinho magrelo. Paralelo à isso, o botão power do meu telefone, um iPhone 4, novinho, que ganhei em dezembro do ano passado, também bateu as botas.
Meu amigo ligou para as assistências técnicas do aparelho dele e foi orientado a enviar o aparelho, que está na garantia, pelo correio, com previsão de retorno em até 30 dias, se a garantia autorizar o reparo. E eu procrastinando enviar meu aparelho para a assistência técnica, com medo de ficar sem telefone por muito tempo, e por que eu também precisava imprimir a nota fiscal eletrônica, visto que eu nunca recebi a nota fiscal impressa, a loja Saraiva do Center Norte estava sem impressora no dia que fiz a compra.
Mas, sábado, depois do jogo do Brasil, sem nota e sem nada além do aparelho, resolvi ir na Saraiva para ao menos confirmar se lá é mesmo uma assistência técnica da Apple, e o que eu preciso levar. Qual não foi minha surpresa ao descobrir que lá, não apenas é uma assistência técnica, como também não precisa de papel algum. Um dos raros momentos que vemos tanta burocracia e papelada em uso, a assistência técnica puxou o histórico do meu aparelho pelo número de série, averiguou que estava mesmo na garantia e pediu um minutinho.
Dois minutos depois o técnico, extremamente atencioso, sentencia: "seu aparelho está quebrado e o botão power não tem conserto. Temos seu modelo em estoque, você vai levar um novo". Mais cinco minutos e eu saí da loja com um aparelho novinho. Em meia hora, pela internet, todo meu aparelho estava restaurado, na maneira que eu deixei o antigo, na autorizada.
Apple, você ainda tem jeito, obrigado pelo carinho e pela atenção, e parabéns para a assistência da Saraiva MegaStore, do Center Norte. Vocês também são ótimos.
Um amigão meu comprou recentemente um smartphone com Android de uma grande desenvolvedora de tecnologia, e que se tornou pioneira mundial no desenvolvimento de sistemas de som pessoal, seja de rádio ou de fitas cassete. E a tela do aparelho dele quebrou, como pode acontecer com qualquer aparelho da safra atual, de geometria de um tijolinho magrelo. Paralelo à isso, o botão power do meu telefone, um iPhone 4, novinho, que ganhei em dezembro do ano passado, também bateu as botas.
Meu amigo ligou para as assistências técnicas do aparelho dele e foi orientado a enviar o aparelho, que está na garantia, pelo correio, com previsão de retorno em até 30 dias, se a garantia autorizar o reparo. E eu procrastinando enviar meu aparelho para a assistência técnica, com medo de ficar sem telefone por muito tempo, e por que eu também precisava imprimir a nota fiscal eletrônica, visto que eu nunca recebi a nota fiscal impressa, a loja Saraiva do Center Norte estava sem impressora no dia que fiz a compra.
Mas, sábado, depois do jogo do Brasil, sem nota e sem nada além do aparelho, resolvi ir na Saraiva para ao menos confirmar se lá é mesmo uma assistência técnica da Apple, e o que eu preciso levar. Qual não foi minha surpresa ao descobrir que lá, não apenas é uma assistência técnica, como também não precisa de papel algum. Um dos raros momentos que vemos tanta burocracia e papelada em uso, a assistência técnica puxou o histórico do meu aparelho pelo número de série, averiguou que estava mesmo na garantia e pediu um minutinho.
Dois minutos depois o técnico, extremamente atencioso, sentencia: "seu aparelho está quebrado e o botão power não tem conserto. Temos seu modelo em estoque, você vai levar um novo". Mais cinco minutos e eu saí da loja com um aparelho novinho. Em meia hora, pela internet, todo meu aparelho estava restaurado, na maneira que eu deixei o antigo, na autorizada.
Apple, você ainda tem jeito, obrigado pelo carinho e pela atenção, e parabéns para a assistência da Saraiva MegaStore, do Center Norte. Vocês também são ótimos.
terça-feira, 10 de junho de 2014
A minha guerra à tecnologia Update!
Algumas coisas realmente andam fora de propósito. E apesar dessa afirmação servir para tudo, neste caso, me refiro a tecnologia. Veja, eu sou um entusiasta de tecnologia, se você tem passado por esse blog, isso já deveria estar claro por agora. E como entusiasta eu compro, uso e me atiro sobre tudo que tenha luz própria e bateria. Mas isso não tem sido divertido como deveria ser...
Eu já fui um personal uma vez, não esse garotões bombados de academia, mas um personal PDA, dava aulas particulares de Palm e Windows Mobile por uma empresa que tinha esse mesmo nome, Personal PDA. E caso você esteja se perguntando o que é Windows Mobile, era assim que o Windows Phone era chamado antes do iPhone roubar a cena dos dispositivos móveis. Sim, já tinha telefones com Windows antes de 2007, quando surgiu o iPhone, aliás, não apenas ele, mas toda uma geração de aparelhos móveis existia, Palm, Symbian, BlackBerry e o Windows Phone.
De 2000 há 2007, quando esses aparelhos estouraram por aqui, havia uma batalha sobre qual plataforma era a melhor, e o mais incrível eram as funcionalidades que cada aparelho oferecia, copiar e colar, reconhecimento de escrita por uma caneta digitalizadora, câmera, gravadores e saídas de vídeo VGA. Eu até usava uma saída dessas no meu velho Palm Tungsten E para dar aulas, projetando a tela do meu Palm por um data show e mostrando, passo a passo, como eu fazia cada ação.
Depois do iPhone, todos os aparelhos foram perdendo a canetinha, e ficando digitais (no sentido das digitais pela tela), ganhando facilidades de usos, mesmo que isso significasse perder recursos. Se no passado, os aparelhos eram ilhas sem conteúdo, hoje as lojas virtuais fazem de cada um dos nossos smartphones um shopping em nossas mãos.
Mas ao mesmo tempo que temos tantos conteúdos hoje em dia, também descobrimos muito facilmente, que não somos donos deles.
Recentemente meu AppleTV deu problema e parou de transmitir um filme do meu Macbook Air, simplesmente nada, às vezes conectava sem áudio, às vezes ele nem achava um ao outro na rede sem fio. "Sem problemas", pensei, ligo o MacBook no HDMI e vejo na TV! Mas eis que surge a mensagem da dona Apple avisando que o filme que comprei, devido à questões legais, não pode ser reproduzido na minha TV, ou em qualquer outra! "Para evitar pirataria e compartilhamento de conteúdo não autorizado", ótimo, mas esse filme é meu! Na minha TV! Na minha casa! Ou é da Apple?
Recentemente meu AppleTV deu problema e parou de transmitir um filme do meu Macbook Air, simplesmente nada, às vezes conectava sem áudio, às vezes ele nem achava um ao outro na rede sem fio. "Sem problemas", pensei, ligo o MacBook no HDMI e vejo na TV! Mas eis que surge a mensagem da dona Apple avisando que o filme que comprei, devido à questões legais, não pode ser reproduzido na minha TV, ou em qualquer outra! "Para evitar pirataria e compartilhamento de conteúdo não autorizado", ótimo, mas esse filme é meu! Na minha TV! Na minha casa! Ou é da Apple?
Eu sei, eu sei, você pode dizer que a Apple não sabe se o HDMI que conecto no laptop é mesmo da minha casa ou de um data show clandestino, onde armo um cinema ilegal. Relevo. Mas aí vem mais problemas: formatei meu Mac (pelos problemas com o AppleTV), e não fiz backup daquilo que estava no iPad por que afinal, músicas e fotos (quase 10GiB), já estavam no iPad, agora o iTunes não reconhece o conteúdo do iPad e pede para formatá-lo antes de sincronizar os dados com o laptop. Meus dados. Meu laptop. Ou não?
Juro que nunca me senti tão refém de um sistema na minha vida quanto tenho me sentido agora. Nem minhas músicas, nem minhas fotos, nem ver meus filmes na minha TV, nada! Tudo aquilo que compramos na era digital atual, na verdade, não nos pertence, é um comodato, um leasing, com termos de uso tão longos quanto são grandes os programas hoje em dia (sério, um editor de texto para iPad tem 500Mb?). E eu nem sei mais para que afinal, manter ou comprar essas coisas, sabendo que elas nunca serão minhas de fato.
Update
Segundo uma matéria do Blog do iPhone, que me salvou a vida e o conteúdo digital do meu iPad, o programa iTools permite que você acesse o conteúdo bloqueado do seu iPad (com exceção de filmes), e possa baixá-lo no seu computador! Me salvou a vida.
Update
Segundo uma matéria do Blog do iPhone, que me salvou a vida e o conteúdo digital do meu iPad, o programa iTools permite que você acesse o conteúdo bloqueado do seu iPad (com exceção de filmes), e possa baixá-lo no seu computador! Me salvou a vida.
sábado, 5 de outubro de 2013
Steve Jobs - 2 anos da passagem...
Eu tenho uma teoria. É maluca, eu sei. Mas eu acredito que as empresas são um reflexo das pessoas que as criaram. Você pode arrumar bons empregados. Você pode arrumar bons líderes. Mas ninguém, nunca, em momento algum, irá trabalhar com o entusiasmo, e com uma visão de criar uma mudança, como aquele que criou a empresa.
Nós podemos ver a HP, que além de comprar a Palm em 2012, além de comprar a Compaq em 2005, além de comprar e comprar, o que podemos dizer que ela inventou na última década? Seus laptops são competentes, seus PC's são confiáveis. Suas calculadoras são veneráveis (ainda que tenham ficado mais burras, na contra mão da evolução das tecnologias móveis, pois vêm perdendo comunicações, portas de expansão e coisas que só quem operou um HP 48G, sabe o que faltam às novas calculadoras de engenharia.
A IBM existe de uma forma competente. Cria soluções aqui e ali que se tornam referência no mercado. Hoje o foco da IBM parece voltado para cloud, para soluções compartilhadas e softwares de criação de dados para tomada de decisões. BIS - Business Inteligence Solutions. Mas também não podemos dizer que inventaram algo. Seus administradores inclusive são muito citados no filme Piratas do Vale do Silício. Assista e veja que pontas cortantes que eram, afiados feito navalha, na tomada de decisões: "todo mundo sabe que o lucro está no hardware, não nesse negócio de software", alguém de incrível visão teria dito sobre o DOS e o pedido de Bill Gates de manter propriedade sobre o software.
Há centenas de outras empresas citáveis: FORD e GM têm hoje vendas e desempenho de de motores e consumo iguais aos carros da europa. Do século passado. Seus designs são criados na europa, em estúdios especializados. Todas as empresas passam por isso. O criador, o fundador, tem uma visão única sobre para onde levar a tecnologia. Se tivessem deixado Jeff Hawkins criar seu Palm Foleo, uma espécie de Netbook para sincronismo com smartphones e trabalho mais confortável entre Smartphones e seus dados, talvez a Palm ainda existisse, talvez ela tivesse despontado no mercado de Netbooks, tirando a ASUS com eu EEEPC do mercado. Talvez os smartphones não pareceriam lousas de classes de ensino de idiomas (grandes como duas cartolinas, mas pequenos para uma sala de aula grande).
Dizem que a muralha da China e o Samsung S4 são os únicos objetos feito pelo homem visíveis do espaço. iPhone 5 também está buscando isso, aparentemente.
Hoje, sem Jobs a Apple ainda existe como uma empresa de referência. Mas você pode identificar apresentadores antiquados, que não se modernizaram nos dois últimos anos, quando falando de inovação e produtos matadores, ainda citam o iPhone. E mostram uma foto do iPhone 2 ou 3. A Apple não é mais sinônimo de inovação. Ou talvez volte a ser. Não sei. Fato que eu imagino seus designers, ou brigando uns cons outros para impor seus conceitos de produtos, sem uma voz que xingue a todos e coloque a casa em ordem, ou então, pior, se olhando uns para os outros, todos esperando que o outro tenha a próxima mudança de paradígma que o iPhone original trouxe, quando a Apple passou a repetir a sí mesma.
A Apple não vai quase afundar tão já, como fez em 1986, quando demitiu Jobs. Ela criou um sistema de negócios, um eco-sistema, muito sustentável. Só se pode vender para iDevices por sua loja. Ela ganha sempre que alguém vende por ela. Com músicas funciona da mesma forma. Enquanto seus iDevices forem relevantes, o canal de ganhos está garantido. O problema é quando seu dispositivo não for relevante. Outros surgirem que então mais ninguém queira aplicativos ou músicas para plataformas Apple. A Palm em 2006 tinha 80.000 aplicativos oficiais catalogados para Palm OS. Um universo para a época e para a limitação de hardwares de seu tempo. E assim mesmo, ela sumiu do mapa.
Seja como for, alguém pode assumir a administração da Apple, colocar a casa em ordem e torna-la uma destas empresas gigantes no futuro, que vivem do sucesso e fortuna do passado, e um sistema de inovações discretas e constantes, para sempre. Como a HP, Microsoft, IBM e tantas outras, que até hoje existem, fazem produtos competentes, e é isso...
Nós podemos ver a HP, que além de comprar a Palm em 2012, além de comprar a Compaq em 2005, além de comprar e comprar, o que podemos dizer que ela inventou na última década? Seus laptops são competentes, seus PC's são confiáveis. Suas calculadoras são veneráveis (ainda que tenham ficado mais burras, na contra mão da evolução das tecnologias móveis, pois vêm perdendo comunicações, portas de expansão e coisas que só quem operou um HP 48G, sabe o que faltam às novas calculadoras de engenharia.
A IBM existe de uma forma competente. Cria soluções aqui e ali que se tornam referência no mercado. Hoje o foco da IBM parece voltado para cloud, para soluções compartilhadas e softwares de criação de dados para tomada de decisões. BIS - Business Inteligence Solutions. Mas também não podemos dizer que inventaram algo. Seus administradores inclusive são muito citados no filme Piratas do Vale do Silício. Assista e veja que pontas cortantes que eram, afiados feito navalha, na tomada de decisões: "todo mundo sabe que o lucro está no hardware, não nesse negócio de software", alguém de incrível visão teria dito sobre o DOS e o pedido de Bill Gates de manter propriedade sobre o software.
Há centenas de outras empresas citáveis: FORD e GM têm hoje vendas e desempenho de de motores e consumo iguais aos carros da europa. Do século passado. Seus designs são criados na europa, em estúdios especializados. Todas as empresas passam por isso. O criador, o fundador, tem uma visão única sobre para onde levar a tecnologia. Se tivessem deixado Jeff Hawkins criar seu Palm Foleo, uma espécie de Netbook para sincronismo com smartphones e trabalho mais confortável entre Smartphones e seus dados, talvez a Palm ainda existisse, talvez ela tivesse despontado no mercado de Netbooks, tirando a ASUS com eu EEEPC do mercado. Talvez os smartphones não pareceriam lousas de classes de ensino de idiomas (grandes como duas cartolinas, mas pequenos para uma sala de aula grande).
Dizem que a muralha da China e o Samsung S4 são os únicos objetos feito pelo homem visíveis do espaço. iPhone 5 também está buscando isso, aparentemente.
Hoje, sem Jobs a Apple ainda existe como uma empresa de referência. Mas você pode identificar apresentadores antiquados, que não se modernizaram nos dois últimos anos, quando falando de inovação e produtos matadores, ainda citam o iPhone. E mostram uma foto do iPhone 2 ou 3. A Apple não é mais sinônimo de inovação. Ou talvez volte a ser. Não sei. Fato que eu imagino seus designers, ou brigando uns cons outros para impor seus conceitos de produtos, sem uma voz que xingue a todos e coloque a casa em ordem, ou então, pior, se olhando uns para os outros, todos esperando que o outro tenha a próxima mudança de paradígma que o iPhone original trouxe, quando a Apple passou a repetir a sí mesma.
A Apple não vai quase afundar tão já, como fez em 1986, quando demitiu Jobs. Ela criou um sistema de negócios, um eco-sistema, muito sustentável. Só se pode vender para iDevices por sua loja. Ela ganha sempre que alguém vende por ela. Com músicas funciona da mesma forma. Enquanto seus iDevices forem relevantes, o canal de ganhos está garantido. O problema é quando seu dispositivo não for relevante. Outros surgirem que então mais ninguém queira aplicativos ou músicas para plataformas Apple. A Palm em 2006 tinha 80.000 aplicativos oficiais catalogados para Palm OS. Um universo para a época e para a limitação de hardwares de seu tempo. E assim mesmo, ela sumiu do mapa.
Seja como for, alguém pode assumir a administração da Apple, colocar a casa em ordem e torna-la uma destas empresas gigantes no futuro, que vivem do sucesso e fortuna do passado, e um sistema de inovações discretas e constantes, para sempre. Como a HP, Microsoft, IBM e tantas outras, que até hoje existem, fazem produtos competentes, e é isso...
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Artigo publicado: O iPhone mascarado!
E eu fui brindado com mais um artigo publicado, no site Opnni, antigo AppleAddicted, eu coloco meus pitacos à respeito dos novos iPhones e do Keynote da Apple, realizado dia 10 de setembro. Pode ir lá e conferir o que você acha?
http://opnni.com/2013/09/17/apple-iphone-mascarado/
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Sistemas incompatíveis.
Nesses dias de correria insana tem sido difícil parar para escrever algo mais pessoal. Deixei até meu pai na mão, quando se tratam de meus textos, pois tem sido impossível parar. Eu me lancei nessa missão maluca de manter 5 blogs, e me manter um profissional ativo no serviço. Felizmente ao menos um blog é relacionado ao meu trabalho, já que vendo impressoras 3D, e esse blog tem sido fácil de manter.
No resto, eu tenho sofrido para me manter sincronizado em tudo que eu tenho que fazer. Contatos para administrar, agendas para preencher, sistemas demais, processos demais. Na era da automação, ainda temos sistemas incompatíveis e retrabalhos inacreditáveis para ficar fazendo. E isso me consome. É o que mais me consome.
No trabalho usamos um CRM muito bom e grátis, baseado em PHP, chamado vTiger, é sensacional, não fosse o fato de que na empresa não tem ninguém que conheça PHP e temos que usar a versão standard do sistema, isto é, ele não sincroniza com nada além dele próprio. A cada ligação para um cliente, preencho nele o histórico, e nele atualiza algum contato. E então vou ao Outlook e também atualizo ali. Então vou ao Google Contatos e ao iCloud e atualizo ali também. Compromissos, a mesma coisa. Crio o evento no vTiger, no Outlook, para mandar o invite, vou ao Google Agenda e preencho lá para ter o Google Maps me ajudando a chegar lá.
Só esse retrabalho, a cada contato, com base em 20 a 40 ligações que faço por dia, fazem dos meus dias no escritório os piores dias. Na rua ao menos, entre uma visita ou outra, tudo que preciso fazer é checar meus emails. Não é do mais fácil gerenciar emails em múltiplas bases, aqueles enviados pelo smartphone, aqueles enviados pela WEB e aqueles enviados pelo Outlook, mas ao menos eu simplesmente não me preocupo com isso, não que eu tenha resolvido algo.
Quando ao trabalho, tudo seria mais fácil se tivessemos uma conta imap, capaz de sincronizar todos os dispositivos com contatos, agendas e emails, mas são contas tão caras que entendo que não tenhamos, até lá, mato meu tempo criativo fazendo manualmente, o preenchimento de 4, 5 bases diferentes, com as mesmas informações, e descobrir, no pior momento, que alguma base que eu preciso é a que eu esqueci de atualizar.
No resto, eu tenho sofrido para me manter sincronizado em tudo que eu tenho que fazer. Contatos para administrar, agendas para preencher, sistemas demais, processos demais. Na era da automação, ainda temos sistemas incompatíveis e retrabalhos inacreditáveis para ficar fazendo. E isso me consome. É o que mais me consome.
No trabalho usamos um CRM muito bom e grátis, baseado em PHP, chamado vTiger, é sensacional, não fosse o fato de que na empresa não tem ninguém que conheça PHP e temos que usar a versão standard do sistema, isto é, ele não sincroniza com nada além dele próprio. A cada ligação para um cliente, preencho nele o histórico, e nele atualiza algum contato. E então vou ao Outlook e também atualizo ali. Então vou ao Google Contatos e ao iCloud e atualizo ali também. Compromissos, a mesma coisa. Crio o evento no vTiger, no Outlook, para mandar o invite, vou ao Google Agenda e preencho lá para ter o Google Maps me ajudando a chegar lá.
Só esse retrabalho, a cada contato, com base em 20 a 40 ligações que faço por dia, fazem dos meus dias no escritório os piores dias. Na rua ao menos, entre uma visita ou outra, tudo que preciso fazer é checar meus emails. Não é do mais fácil gerenciar emails em múltiplas bases, aqueles enviados pelo smartphone, aqueles enviados pela WEB e aqueles enviados pelo Outlook, mas ao menos eu simplesmente não me preocupo com isso, não que eu tenha resolvido algo.
Quando ao trabalho, tudo seria mais fácil se tivessemos uma conta imap, capaz de sincronizar todos os dispositivos com contatos, agendas e emails, mas são contas tão caras que entendo que não tenhamos, até lá, mato meu tempo criativo fazendo manualmente, o preenchimento de 4, 5 bases diferentes, com as mesmas informações, e descobrir, no pior momento, que alguma base que eu preciso é a que eu esqueci de atualizar.
sábado, 8 de junho de 2013
Um incosciente ativo, um consciente dormente
Eu faço parte da Skynerd, uma rede social brasileira, idealizada por Alexandre Ottoni e Deive Pazos, os fundadores do site de informação, cultura e entretenimento Jovem Nerd. Não faço parte da rede por querer por um rótulo à mim mesmo, de nerd, termo que está tão na moda hoje e tantas pessoas se auto-denominam Nerds, quando eu fugia chorando dos meus "amiguinhos" que bradavam CDF e tinham livros grossos às mãos, mas era para baterem em mim com eles.
Eu faço parte da Skynerd pelos mesmos motivos que joguei RPG's como Desafio dos Bandeirantes, Tagmar e Daemon, pelas mesmas razões que gastava meus cobres, antes num ilustre desconhecido brasileiro que em Dan Brown, chegando anos atrasado na hype do escritor norte-americano. Nada disso. Eu faço parte da Skynerd pela mesma razão que já citei aqui antes, no texto Loterias, a culpa é daquela minha veia nacionalista. Eu gosto de valorizar o produto nacional. Se não posso criar algo, ou colaborar ativamente com algo, eu ao menos faço parte da massa de adesão. Para que haja uma massa de adesões é preciso que individualmente, cada um se envolva, para formar a dita massa. Ironicamente a rede social tem seu nome derivado de duas coisas norteamericanas, a fictícia rede de computadores que se torna consciente e deseja destruir o homem, a SKYNET do filme O Exterminador do Futuro (Terminator) e da mesma expressão que busco não me rotular, NERD.
Diferente do Facebook ou do primo mais velho e pouco respeitado, o Orkut, a Skynerd ainda tem poucos participantes e regularmente dá algum problema, chamado Bug. Na Skynerd você tem níveis, como nos jogos de RPG, que vão subindo na proporção que você participa, escrevendo, comentando e sendo avaliado (Megabogado é como se diz "curtido" por lá, o equivalente ao Like). Lá você também acumula Badges, premiações por participar de tópicos e reuniões online como Hangouts do Google+. Logar-se durante o lançamento do filme O Hobbit? Badge. Esperar o Fim do Mundo Maia num Hangout com os criadores do sistema? Badge, "Apocalipse Fail". Estar logado durante a virada de ano? Badge: Forever Alone! (Sério, o que você fazia numa rede social durante a virada de ano? Merecido!).
Outra diferença da Skynerd para outras redes sociais são os temas abordados nela: Quadrinhos, Cinema, Literatura, RPG, Games, Memes, mas também tem ciências (Acompanhar o pouso da Curiosity Roover em Marte online? Badge!) e artigos muito interessantes. Muito material ainda é "Quibado", isto é, copiado de algum outro lugar, com referência ao autor quando o mesmo é conhecido, ou sem nada, só postado lá para os outros aproveitarem. Através da Skynerd conheci uma versão para One Direction que fazia uma paródia do filme O Senhor dos Anéis. Ví ainda um canal interessantíssimo do YouTube: Everything Wrong with..., que faz uma contagem das falhas de roteiro ou coisas que os criadores simplesmente não concordam em diversos filmes. Sempre falado mais rápido que corrida de cavalos e com até quatro ou cinco minutos no máximo.
Entre um post e outro, eu li de um colega uma entrevista dada pelo filho de John Ronald Ruel Tolkien, o famoso J. R. R. Tolkien, chamado de Christopher Tolkien, onde ele rejeitava o filme O Hobbit. A chamada da matéria dizia: "As palavras do meu pai foram distorcidas e transformadas numa aventura adolescente para entreter jovens". Eu dei de ombros, mas cada aqui e ali eu lembrava dessa entrevista. E lembrava como havia lido que o próprio Tolkien sonhava modificar O Hobbit, que era e é muito infantil, para ficar mais próximo ao nível que ele atingiu em O Senhor dos Anéis. Mas vivia postergando isso. E dava de ombros. Ouvia um Podcast sobre o tema, lembrava da entrevista do Chris, e dava de ombros, até que uma lenta mas contínua raiva foi crescendo na minha mente.
Como diabos esse bastardo que nada fez além de colocar notas em textos incompletos de seu pai, baseado no que ele acha que era a direção do texto que seu pai iria adotar em conversas que eles mantinham, pode julgar o filme desta forma e defender o trabalho que nem é dele? Por Deus, é óbvio que filmes mudam o sentido do livro. Não pode ser ipsis literis ao livro. Tem que agradar mais gente, tem que ser mais dinâmico, tem que ser para pessoas sem "background" com a obra ou com literatura. É claro que o livro vai mudar.
Mario Amaya, colunista da MacMais e uma pessoa que eu admiro muito, apesar e por causa de sua personalidade forte, escreveu uma vez: "Se o Senhor dos Anéis fosse fielmente adaptado ao cinema, ele seria no mínimo, um musical!". Eu realmente não posso dizer que o filme "O Hobbit" fez minha cabeça explodir. Foi legal. Muito legal. Mas foi o que eu esperava. Até mesmo achei o filme muito parecido sim ao livro, tirando que quase todas as músicas foram suprimidas. Menos justamente a música de batalha dos anões. Essa sim, fantástica. E fiquei e estou muito inconformado com as palavras do filho de Tolkien. Por quem eu já não nutria muita simpatia, mas agora é uma antipatia bem formada.
Impressiona à mim mesmo o quanto este sentimento de raiva foi sendo nutrido na minha mente, sempre voltando à memória em momentos que o automático assume, quando estou dirigindo, por exemplo, tal e qual um refrão de uma música ruim. Pensei que meu consciente queria rejeitar de alguma forma aquilo que o inconsciente tinha visto. Acho que acertei, mas também acho que é o Chris Tolkien quem tem algum problema, consciente e inconsciente...
E obrigado Skynerd, por me fazer refletir tanto sobre isso...
Para você conhecer o Jovem Nerd, acesse: http://www.jovemnerd.com.br
Para conhecer a Skynerd e juntar-se aos bons (ou nos perseguir com tochas e gritando CDF! CDF!): http://www.skynerd.com.br
Para ouvir um podcast dos próprios criadores do portal Jovem Nerd sobre o filme (contém spoilers):
http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-343-o-hobbit-uma-jornada-esperada/
Eu faço parte da Skynerd pelos mesmos motivos que joguei RPG's como Desafio dos Bandeirantes, Tagmar e Daemon, pelas mesmas razões que gastava meus cobres, antes num ilustre desconhecido brasileiro que em Dan Brown, chegando anos atrasado na hype do escritor norte-americano. Nada disso. Eu faço parte da Skynerd pela mesma razão que já citei aqui antes, no texto Loterias, a culpa é daquela minha veia nacionalista. Eu gosto de valorizar o produto nacional. Se não posso criar algo, ou colaborar ativamente com algo, eu ao menos faço parte da massa de adesão. Para que haja uma massa de adesões é preciso que individualmente, cada um se envolva, para formar a dita massa. Ironicamente a rede social tem seu nome derivado de duas coisas norteamericanas, a fictícia rede de computadores que se torna consciente e deseja destruir o homem, a SKYNET do filme O Exterminador do Futuro (Terminator) e da mesma expressão que busco não me rotular, NERD.
Diferente do Facebook ou do primo mais velho e pouco respeitado, o Orkut, a Skynerd ainda tem poucos participantes e regularmente dá algum problema, chamado Bug. Na Skynerd você tem níveis, como nos jogos de RPG, que vão subindo na proporção que você participa, escrevendo, comentando e sendo avaliado (Megabogado é como se diz "curtido" por lá, o equivalente ao Like). Lá você também acumula Badges, premiações por participar de tópicos e reuniões online como Hangouts do Google+. Logar-se durante o lançamento do filme O Hobbit? Badge. Esperar o Fim do Mundo Maia num Hangout com os criadores do sistema? Badge, "Apocalipse Fail". Estar logado durante a virada de ano? Badge: Forever Alone! (Sério, o que você fazia numa rede social durante a virada de ano? Merecido!).
Outra diferença da Skynerd para outras redes sociais são os temas abordados nela: Quadrinhos, Cinema, Literatura, RPG, Games, Memes, mas também tem ciências (Acompanhar o pouso da Curiosity Roover em Marte online? Badge!) e artigos muito interessantes. Muito material ainda é "Quibado", isto é, copiado de algum outro lugar, com referência ao autor quando o mesmo é conhecido, ou sem nada, só postado lá para os outros aproveitarem. Através da Skynerd conheci uma versão para One Direction que fazia uma paródia do filme O Senhor dos Anéis. Ví ainda um canal interessantíssimo do YouTube: Everything Wrong with..., que faz uma contagem das falhas de roteiro ou coisas que os criadores simplesmente não concordam em diversos filmes. Sempre falado mais rápido que corrida de cavalos e com até quatro ou cinco minutos no máximo.
Entre um post e outro, eu li de um colega uma entrevista dada pelo filho de John Ronald Ruel Tolkien, o famoso J. R. R. Tolkien, chamado de Christopher Tolkien, onde ele rejeitava o filme O Hobbit. A chamada da matéria dizia: "As palavras do meu pai foram distorcidas e transformadas numa aventura adolescente para entreter jovens". Eu dei de ombros, mas cada aqui e ali eu lembrava dessa entrevista. E lembrava como havia lido que o próprio Tolkien sonhava modificar O Hobbit, que era e é muito infantil, para ficar mais próximo ao nível que ele atingiu em O Senhor dos Anéis. Mas vivia postergando isso. E dava de ombros. Ouvia um Podcast sobre o tema, lembrava da entrevista do Chris, e dava de ombros, até que uma lenta mas contínua raiva foi crescendo na minha mente.
Como diabos esse bastardo que nada fez além de colocar notas em textos incompletos de seu pai, baseado no que ele acha que era a direção do texto que seu pai iria adotar em conversas que eles mantinham, pode julgar o filme desta forma e defender o trabalho que nem é dele? Por Deus, é óbvio que filmes mudam o sentido do livro. Não pode ser ipsis literis ao livro. Tem que agradar mais gente, tem que ser mais dinâmico, tem que ser para pessoas sem "background" com a obra ou com literatura. É claro que o livro vai mudar.
Mario Amaya, colunista da MacMais e uma pessoa que eu admiro muito, apesar e por causa de sua personalidade forte, escreveu uma vez: "Se o Senhor dos Anéis fosse fielmente adaptado ao cinema, ele seria no mínimo, um musical!". Eu realmente não posso dizer que o filme "O Hobbit" fez minha cabeça explodir. Foi legal. Muito legal. Mas foi o que eu esperava. Até mesmo achei o filme muito parecido sim ao livro, tirando que quase todas as músicas foram suprimidas. Menos justamente a música de batalha dos anões. Essa sim, fantástica. E fiquei e estou muito inconformado com as palavras do filho de Tolkien. Por quem eu já não nutria muita simpatia, mas agora é uma antipatia bem formada.
Impressiona à mim mesmo o quanto este sentimento de raiva foi sendo nutrido na minha mente, sempre voltando à memória em momentos que o automático assume, quando estou dirigindo, por exemplo, tal e qual um refrão de uma música ruim. Pensei que meu consciente queria rejeitar de alguma forma aquilo que o inconsciente tinha visto. Acho que acertei, mas também acho que é o Chris Tolkien quem tem algum problema, consciente e inconsciente...
E obrigado Skynerd, por me fazer refletir tanto sobre isso...
Para você conhecer o Jovem Nerd, acesse: http://www.jovemnerd.com.br
Para conhecer a Skynerd e juntar-se aos bons (ou nos perseguir com tochas e gritando CDF! CDF!): http://www.skynerd.com.br
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quinta-feira, 18 de abril de 2013
A velha Palm...
O site da Palm não existe mais, foi absorvido pela HP. Não há atualizações para a Palm, mesmo as que existiam, sumiram do radar. Mas o email de marketing, esse, segue implacavelmente funcionando. Será que tem alguém pagando por isso ainda?
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Brickando o Wii
Não sei dizer quantas coisas eu já quebrei tentando consertar, mas eletrônicos devem ser os líderes destas minhas seleções. Instalar a ROM do Motorola ROKR E1 no E690? Já fiz, já brickei o brinquedo. Updates fatais? Fiz um ontem.
Chego em casa com o Wii emprestado do meu irmão. Configuro o relógio, configuro o dia, conecto na internet e ele avisa: Você tem um novo update disponível, deseja instalar? Sim, claro! Novos joguinhos? Será? Nope...
Dez minutos depois do update, o erro 003: Unauthorized Device has been detected e o Wii virou um tijolo, branco e caro. Que merda.
Isso para eu aprender a não sair atualizando tudo que eu vejo pela frente? Vamos recapitular: o Twitter para meu iPod Touch funcionava, até o último update só apagá-lo, por que ele não é mais compatível com meu modelo. A versão que funcionava? Desapareceu. O mesmo aconteceu com outros tantos programas: Facebook para iPod Touch 2nd Gen, já era; Fruit Ninja, já era. Cada update e atualização, algo que deixa de funcionar. Meu Android, quando eu tinha, foi igualmente perdendo recursos, Skype, Twitter, Facebook, Itaú para Android, Fruit Ninja, cada vez um novo software deixava de suportar a versão 2.1. Agora tanto faz, não tenho mais Android. Ele parou de funcionar.
E tem o JAVA, que no meu Mac, a cada update, desativa algo que eu uso. Internet Banking, AppInventor,Keepvid.com, cada update, uma função vai embora.
Assim sendo, acho que está bastante claro que eu deveria tentar parar de atualizar este monte de merda que eu tenho, não é mesmo?
Chego em casa com o Wii emprestado do meu irmão. Configuro o relógio, configuro o dia, conecto na internet e ele avisa: Você tem um novo update disponível, deseja instalar? Sim, claro! Novos joguinhos? Será? Nope...
Dez minutos depois do update, o erro 003: Unauthorized Device has been detected e o Wii virou um tijolo, branco e caro. Que merda.
Isso para eu aprender a não sair atualizando tudo que eu vejo pela frente? Vamos recapitular: o Twitter para meu iPod Touch funcionava, até o último update só apagá-lo, por que ele não é mais compatível com meu modelo. A versão que funcionava? Desapareceu. O mesmo aconteceu com outros tantos programas: Facebook para iPod Touch 2nd Gen, já era; Fruit Ninja, já era. Cada update e atualização, algo que deixa de funcionar. Meu Android, quando eu tinha, foi igualmente perdendo recursos, Skype, Twitter, Facebook, Itaú para Android, Fruit Ninja, cada vez um novo software deixava de suportar a versão 2.1. Agora tanto faz, não tenho mais Android. Ele parou de funcionar.
E tem o JAVA, que no meu Mac, a cada update, desativa algo que eu uso. Internet Banking, AppInventor,
Assim sendo, acho que está bastante claro que eu deveria tentar parar de atualizar este monte de merda que eu tenho, não é mesmo?
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Samsung paga 1 bilhão de dólares em moedinhas
Eu precisa postar isso em algum lugar e como meu velho blog, o veeeeeelho, mas veeeelho FellowPalm não existe mais, assim como a Palm em sí, tem que ser aqui.
A Samsung perdeu na justiça a disputa por patentes para a Apple, desde o uso de gestos patenteados pela empresa da Califórnia como o formato dos aparelhos. A Samsung chegou a anunciar em seu Twitter que "é uma pena que uma empresa possa ser dona do formato retangular com bordas arredondadas". Mas seja como for, a multa foi de 20 bilhões de dólares, e a Samsung, já que tinha que pagar, pagou trolando...
"Eles podem usar as moedas para comprar refrescos nas máquinas ou para derreter e fazer iPhones, este não é um problema meu. Meu problema era cumprir a lei e a lei foi cumprida. Um total de 20 bilhões de dólares deverá ser entregue até o final desta semana."
---
Os matemáticos de plantão nos comentários das notícias já advertem, que em virtude do peso da moeda de cinco centavos ser de 5 gramas, e que cada 1 dólar irá requerer 20 moedas, totalizando 100 gramas por dólar, e que cada caminhão transporta até 30 toneladas, seriam necessários 667 caminhões com 30 toneladas de capacidade cada um.
Um dólar tem 20 moedas de 5 centavos, então 20.000.000.000 de dólares daria 400.000.000.000 de moedas de cinco centavos. Cada dólar pesa 100 gramas, 20 moedas com 5 gramas cadas. Então US$ 20.000.000.000 pesam 2.000.000.000.000 g (dois trilhões de gramas). Tem 1000 gramas em 1kg, ou seja, US$ 20.000.000.000 pesam 20.000.000 (vinte milhões de quilos). Tem 1000 kg em 1 tonelada, ou seja, 20.000.000.000 pesam 20.000 (vinte mil toneladas). Cada caminhão transporta 30 toneladas. Isto é 666,66 caminhões.
Alguns dizem que a notícia pode ser mentirosa. Eu quero acreditar nela...
A Samsung perdeu na justiça a disputa por patentes para a Apple, desde o uso de gestos patenteados pela empresa da Califórnia como o formato dos aparelhos. A Samsung chegou a anunciar em seu Twitter que "é uma pena que uma empresa possa ser dona do formato retangular com bordas arredondadas". Mas seja como for, a multa foi de 20 bilhões de dólares, e a Samsung, já que tinha que pagar, pagou trolando...
A notícia deste site (http://www.zurmat.com/2012/08/29/samsung-pays-apple-1-billion-sending-30-trucks-full-of-5-cent-coins/) afirma que como a nota judicial não especificava a forma como o pagamento deveria ser feito, a Samsung enviou nada menos que 30 caminhões cheios de moedas de cinco centavos à Cupertino!
Em nota, o empresário da Samsung nos Estados Unidos declarou que sua empresa não será intimidada por um bando de geeks com estilo, e que "se eles querem jogar sujo, nós também sabemos"
"Eles podem usar as moedas para comprar refrescos nas máquinas ou para derreter e fazer iPhones, este não é um problema meu. Meu problema era cumprir a lei e a lei foi cumprida. Um total de 20 bilhões de dólares deverá ser entregue até o final desta semana."
---
Os matemáticos de plantão nos comentários das notícias já advertem, que em virtude do peso da moeda de cinco centavos ser de 5 gramas, e que cada 1 dólar irá requerer 20 moedas, totalizando 100 gramas por dólar, e que cada caminhão transporta até 30 toneladas, seriam necessários 667 caminhões com 30 toneladas de capacidade cada um.
Um dólar tem 20 moedas de 5 centavos, então 20.000.000.000 de dólares daria 400.000.000.000 de moedas de cinco centavos. Cada dólar pesa 100 gramas, 20 moedas com 5 gramas cadas. Então US$ 20.000.000.000 pesam 2.000.000.000.000 g (dois trilhões de gramas). Tem 1000 gramas em 1kg, ou seja, US$ 20.000.000.000 pesam 20.000.000 (vinte milhões de quilos). Tem 1000 kg em 1 tonelada, ou seja, 20.000.000.000 pesam 20.000 (vinte mil toneladas). Cada caminhão transporta 30 toneladas. Isto é 666,66 caminhões.
Alguns dizem que a notícia pode ser mentirosa. Eu quero acreditar nela...
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
How to do Everything with your Palm

Ok, ok, você tem o direito de ficar bravo comigo, ou no mínimo confuso, afinal, eu cancelei o blog FellowPalm, coloquei o blog FellowAndroid em standby e agora venho falar, de novo, de Palm, uma plataforma morta? Pois é, mas me acompanha...
O primeiro motivo para ler esse livro é o motivo número 1 para ler qualquer livro: ele é divertido! Há uma boa química entre os autores, Rick Broida e Dave Johnson. Eles conversam entre sí ao longo do livro, se sacaneiam em suas preferências e passam valioso depoimentos e dicas além das óbvias para usar seu PDA. Os próprios autores salientam que escrevem o livro como um romance, para ele ser confortável de ser lido do começo ao fim, uma preocupação que poucos livros técnicos possuem...
A segunda razão é o papel de fundamentar tudo que temos hoje em SmartPhone, pois os iPhones e Androids que temos por aí vieram de algum lado. Revisitar esta história é aprender mais sobre as técnologias que temos hoje. Descobrir funções que existiam e, por alguma razão, ficaram no caminho e reinventá-las. Para citar uma, eu sinto muita falta da escrita graffit dos Palms. Para mim, a melhor forma de criar conteúdo. Ou aquele teclado branco com dock para iPad é fácil e carregar, por acaso? Este texto todo eu fiz num Palm e num ônibus...
Outra razão é até mesmo recuperar um pouco o foco dos tais telefones inteligentes. Me explico: parece que hoje tudo que importa nos SmartPhones é acesso à internet e que tenha Angry Birds. Quando os PDA's foram lançados não haviam tantas redes sociais, mal havia o Orkut no início de 2000! O objetivo dos PDA's, Personal Data Assistence, era ajudar as pessoas a se organizarem melhor! Um local móvel capaz de gerenciar quase infinitos contatos, memorandos, tarefas e agenda de compromissos.
Não tínhamos os recursos de hoje de internet, processadores, eram 512kb de memória volátil, monocromática e usavam pilhas, mas à sua maneira eram mais úteis que tantos dispositivos que temos hoje...
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Legenda da semana...
Fiz este rápido desenho e acabei gostando do resultado. Sei que o desenho ficou meio estranho, a cabeça do Marvin ficou muito pequena e seu pé direito meio disforme, talvez meio derretido, mas gostei dos efeitos que vetorizar a arte deram a ele. Agora só falta uma pergunta à responder que deixo com vocês...
Como não sei o que poderia colocar como diálogo, decidi deixar este espaço para você elegerem, qual pode ser a fala da foto, o que um pinguim armado e Marvin, da série Guia do Mochileiro das Galaxias poderiam estar conversando entre sí? Deixe sua resposta nos comentários, a melhor resposta ganha um picolé de limão, em outubro deste ano.
sábado, 18 de julho de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
Contras no Mac? Existem também...
Para ler o artigo na íntegra, acesse: http://opnni.com/2009/07/12/contras-a-compra-do-mac-claro-que-existem/
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