And you thought I would let the date go blank, right? We arrive and go through that moment where the three "Back to the Future" films are set in the past. The distant thirty years from 85 to 2015 passed without flying cars or hoverboards, the Fax was defeated and we didn't have so many sequels to the film Jaws... if only they had bet on the Star Wars film franchises they would be much closer to the truth. But I think everyone has read somewhere almost everything that can be said about the three films and their successes and failures, with one commendable exception: the time-space relationship of travel. You know: at the beginning of film one Dr. Brown tells us that Delorean cannot travel in space, only in time, so traveling in Hill Valley of 1985 can only take you to other Hill Valleys of other years. But to go from Hill Valley 1985, to New York in, say, 1929, you would have to choose between: either going to New York and then traveling back in time, or traveling back in ...
O livro que lançou Orlando Paes Filho tem sua própria saga a ser narrada, antes de podermos olhar sua história com maior cuidado e critério. Lançado pela editora ArxJovem, o primeiro livro vem muito ilustrado, com grande trabalho gráfico. No entanto é o único livro por essa editora, por autor e editora não conseguirem chegar a um acordo sobre o projeto de marketing do livro, a parceria foi rompida. A ArxJovem ficou com o primeiro livro, que tinha publicado e o segundo engavetou, alvo até hoje de uma disputa jurídica. Orlando Paes Filho, depois de romper com a ArxJovem foi buscar abrigo em nova editora, Planeta. Uma editora internacional com bom capital, comprou o projeto gráfico e o trabalho do Orlando. Ela publicaria o terceiro livro da saga de sete, o segundo do Angus a chegar no mercado, além de uma enxurrada de material de apoio, um livro de RPG e livros de cenários e povos mostrados no livro, no entanto, mais uma vez, editora e autor iriam discutir até a rixa virar r...
Outro dia começamos uma bela discussão na hora do almoço. Destas discussões sadias, claro, com o pessoal do serviço. Por que o país não gera tecnologia própria? O motivo da discussão é esse compasso de espera que vivemos hoje, esperando os Estados Unidos descobrir que vão viver mais uma crise este ano ou o próximo, antes, pelo fim dos incentivos fiscais de Bush, agora, pelo aumento do teto da dívida pública (um trilhão de dólares foi pouco)... E enquanto esperamos eles se decidirem, as empresas fazem aquilo que as pessoas fazem às vésperas de furacões, estocam dinheiro, cortam investimentos, demitem terceiros e enviam, sem escrúpulo, sua lucratividade para suas matrizes. E o mercado interno padece. E se o Brasil tivesse independência econômica? Mais empresas brasileiras nem aí para o resto do mundo? "Impossível" foi o que ouvi de quase todos, mas por que impossível? Todos citam com louvor o poder de criação dos norte-americanos, a história da país com sua HP, Dell, Wallmart, ...
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