And you thought I would let the date go blank, right? We arrive and go through that moment where the three "Back to the Future" films are set in the past. The distant thirty years from 85 to 2015 passed without flying cars or hoverboards, the Fax was defeated and we didn't have so many sequels to the film Jaws... if only they had bet on the Star Wars film franchises they would be much closer to the truth. But I think everyone has read somewhere almost everything that can be said about the three films and their successes and failures, with one commendable exception: the time-space relationship of travel. You know: at the beginning of film one Dr. Brown tells us that Delorean cannot travel in space, only in time, so traveling in Hill Valley of 1985 can only take you to other Hill Valleys of other years. But to go from Hill Valley 1985, to New York in, say, 1929, you would have to choose between: either going to New York and then traveling back in time, or traveling back in ...
Quando o livro do Dungeons and Dragons, a caixa vendida pela GROW, chegou, foi uma alegria geral. Evoluir os personagens, aprender magias novas, ganhar mais pontos de vida e combater mais monstros, novos monstros. Mas havia um problema, o jogo só ia até o quinto nível. E aí, o que fazer? A solução era depender de amigos, que viajam para os Estados Unidos, para comprar os livros que continuavam a série trazida pela GROW. Quando um amigo conseguia aproveitar aquela viagem para a Disney, para passar por alguma livraria, a alegria era geral. Significava mais aventuras prontas, mais expansões do jogo, novos monstros, novas magias, para nossos velhos personagens. Claro que em 1990 e afins, não tínhamos internet ou Amazon, para comprar estes livros. E a única forma de compartilhar-los por aqui, era através do Xerox. Logo, cópias de cópias circulavam, de mão em mão, dos mesmos livros comprados nos Estados Unidos. Ainda me lembro, em 1996, quando eu consegui comprar um livro original, com c...
Os Árabes e a Matemática Foi notável a contribuição dos árabes para o progresso da Matemática. Não só pelas traduções e larga divulgação das obras de Euclides, de Menelau, de Apolônio etc., como também pelas notáveis renovações metodológicas no cálculo numérico (sistema indo-arábico). A invenção do zero, por exemplo, é atribuída a um árabe, Mohammed Ibn Ahmad, "sempre que não houver um número para representar as dezenas, ponha um pequeno círculo para guardar o lugar" (La Civilisation Arabe - Paris, 1955, pág. 151). (...) E já naquele tempo (1234), construíras os árabes uma Universidade: "...verdadeira cidade dos estudos onde se provia de tudo às necessidades dos estudantes..." (...) A primeira grande obra orientada dentro dos pensamentos democráticos (e isso muita gente ignora) foi o Alcorão: "Aceitavam o Alcorão, mas queriam que fosse lícito interpretá-lo de forma compatível com um sistema de pensamento puramente lógico. Os pontos sobre os quais...
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